
Pré-candidata a deputada federal Jaqueline Lopes
Liderada pelo jornalista, empresário e ativista político Lauro Nunes (pré-candidato a deputado estadual pelo Partido Verde no Espírito Santo), a proposta de elevar o teto dos programas de transferência de renda (como o Bolsa Família) para o patamar do salário mínimo surge como a próxima fronteira de justiça social e erradicação da miséria no país. A iniciativa integra a chapa que apoia a pré-candidata a deputada federal Jaqueline Lopes e o pré-candidato ao Governo do Espírito Santo, Helder Salomão.
O Brasil deu um salto extraordinário na garantia de subsistência de sua população. Com a injeção de mais de R$ 158 bilhões (orçamento consolidado para o exercício de 2026) no programa Bolsa Família, e bilhões adicionais pulverizados em programas de fomento e subsídio ao cidadão — como o programa Gás do Povo —, o Estado garante que o prato de comida e o gás para o preparo dos alimentos cheguem a mais de 21 milhões de famílias. Contudo, para a parcela mais vulnerável, em especial as mulheres chefes de família monoparental, a assistência atual de subsistência precisa evoluir para um patamar de real emancipação.
1. O Dinheiro Existe no Brasil: Viabilidade e Transição para o Salário Mínimo
O dinheiro existe no Brasil. A afirmação é categórica e factual. O que trava o desenvolvimento da nossa nação não é a falta de recursos, mas a crônica e criminosa má alocação do erário, drenado historicamente para sustentar supersalários, regalias e penduricalhos da burocracia estatal e de gabinetes improdutivos. É hora de inverter essa lógica.
A grande inovação defendida por Lauro Nunes (PV-ES) é unificar os auxílios de subsistência (Bolsa Família, Gás do Povo, Farmácia Popular e a Tarifa Zero no transporte coletivo urbano para inscritos no CadÚnico) em uma pasta única e atrelada ao piso de um salário mínimo nacional.
Análise de Risco e Gestão Fiscal: Financiar essa elevação — saltando de R$ 158 bilhões para uma projeção de R$ 408 bilhões a R$ 415 bilhões anuais, mantendo o atendimento integral — não caracteriza “pedalada” ou irresponsabilidade fiscal, desde que haja coragem política. A viabilidade orçamentária exige cortar na carne do topo da máquina pública (corte de regalias, emendas de uso duvidoso e privilégios da burocracia) para irrigar a base da sociedade.
2. A Batalha na Assembleia: Rompendo com o Controle Oligárquico no ES
A atuação de Lauro Nunes como deputado estadual será um marco de ruptura contra o controle oligárquico capixaba.
Hoje, existe uma submissão sistêmica onde os parlamentares e o controle local amarram o poder de compra do trabalhador ao piso salarial nacional, ignorando a realidade de inflação e o custo de vida local. Na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), a bandeira será implacável: o Espírito Santo não vai mais se limitar a acompanhar o piso nacional.
A luta encabeçada pelo pré-candidato é para que o estado institua um patamar regional que reflita o custo de vida local — forçando o setor privado a remunerar seus colaboradores, prestadores de serviço e trabalhadores com salários entre R$ 2.500 e R$ 4.000. Quem não tiver essa visão de dignidade e insistir na exploração extrativista da mão de obra perderá espaço para a nova economia.
3. O Dever de Casa do Setor Privado e a Nova Cidadania Financeira: A Riqueza que Fica e Transforma o Espírito Santo
O Estado, por si só, provê o piso; mas a construção de riqueza e a superação definitiva da miséria dependem do dinamismo local e da mentalidade do setor privado. Lauro Nunes defende que a circulação de recursos seja acompanhada de perto:
- Valorização Salarial e Custo de Vida: Distribuir renda na ponta cria um ciclo virtuoso. Na Assembleia Legislativa, a luta será para romper com a submissão aos pisos nacionais impostos pelas oligarquias: o Espírito Santo instituirá um patamar regional que reflita o custo de vida capixaba, forçando o setor privado a remunerar seus colaboradores, prestadores de serviço e trabalhadores com salários entre R$ 2.500 e R$ 4.000. Comércio forte e trabalhadores valorizados significam uma cidade inteira que enriquece.
- Educação Financeira — A Riqueza Fica no Estado: O dinheiro gerado pelo crescimento da base da sociedade não deve ser drenado para fora do país ou imobilizado em paraísos fiscais de “empresários extrativistas”. A verdadeira nova economia prega a cidadania financeira com foco regional. O pequeno empresário e o cidadão devem ser educados para além do consumo imediato e da ostentação, aprendendo a enxergar o mercado de ações como ferramenta de longevidade, mas investindo e retendo o capital dentro de casa. Ensinar o cidadão a investir na Bolsa de Valores significa direcionar suas reservas para as grandes corporações que movimentam a nossa terra e a nossa gente, tornando-se sócio de gigantes como a Vale, a Petrobras, o Banco do Brasil e o nosso querido Banestes (Banco do Estado do Espírito Santo).
- A Força do Fundo Soberano Capixaba (FUNSES): Parte fundamental dessa poupança de longo prazo deve ser canalizada para o fortalecimento do Fundo Soberano do Estado do Espírito Santo (FUNSES) e, no máximo, para o Fundo Soberano do Brasil. O Fundo Soberano capixaba é o instrumento fantástico que associa o Estado a atividades produtivas, atrai novos negócios, financia a inovação, a transição energética e a infraestrutura, gerando empregos e protegendo o futuro das próximas gerações.
Aqui, a regra é clara e transformadora: o recurso é gerado pelo povo, circula no comércio local, é reinvestido nas empresas da cidade, tem seus salários valorizados pela realidade capixaba e suas reservas semeadas no desenvolvimento do próprio Espírito Santo.
“A transformação do Brasil não se faz apenas de cima para baixo. Ao garantirmos que a rede de amparo social alcance o valor de um salário mínimo, damos dignidade a quem ficou para trás. Na Assembleia Legislativa, vamos romper a amarra das oligarquias e lutar para que o Espírito Santo pague o que realmente vale o custo de vida do nosso povo. Com um empresariado consciente que paga salários justos e ensina seu povo a investir no futuro do nosso próprio Estado, construiremos uma nação próspera, emancipada e sem miséria.” > — Lauro Nunes, Pré-Candidato a Deputado Estadual pelo Partido Verde (PV – Espírito Santo).
Lauro Nunes



